A GRCE nasceu de uma constatação simples: a maior parte das empresas não trava por falta de diagnóstico. Trava porque o diagnóstico nunca virou rotina.
Consultoria boa é a que se torna dispensável. Se ao final do trabalho a empresa ainda depende do consultor para tomar as próprias decisões, o trabalho não terminou. Só virou dependência com outro nome.
Por isso a GRCE trabalha com transferência explícita de conhecimento. Cada processo e cada controle é desenhado junto com quem vai operar, documentado em linguagem que a equipe entende, e testado antes de virar oficial.
E trabalha com proporção. Uma estrutura de governança copiada de multinacional, aplicada numa empresa de vinte pessoas, não protege ninguém: só adiciona burocracia que a operação vai contornar na primeira semana.
O controle certo é o que a empresa consegue manter, não o que fica bonito no organograma.
O entregável inclui acompanhar a mudança até ela se sustentar sem a gente.
Se o caso não for de consultoria, dizemos na primeira reunião. Vender escopo que não resolve é o pior negócio possível para os dois lados.
A esfera que sempre esteve dentro do G saiu do logotipo e passou a ser a marca inteira. O G voltou a ser apenas a primeira letra do nome, agora desenhada.
As faixas são o movimento. Uma organização nunca está parada, e o trabalho da consultoria não é frear esse movimento: é dar a ele um eixo. Azul-marinho, branco, cinza e prata seguem as mesmas cores de sempre. Rebranding sem perder a identidade.
A GRCE é de Gabriel Rodrigo Rocha, que fundou a consultoria e conduz cada projeto do diagnóstico à implementação, com uma equipe completa e especializada atuando junto. Quem senta com você na primeira reunião é quem acompanha o trabalho até o fim.
A consultoria foi constituída em janeiro de 2026, com sede na Berrini, em São Paulo, e atende empresas e organizações em todo o Brasil.
Sem compromisso e sem proposta na primeira reunião. Primeiro a gente entende o problema.
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