Cada frente abaixo termina com algo utilizável pela equipe no dia seguinte: um processo escrito, um controle que roda, uma rotina que se mantém. Nunca só um relatório.
Desenho de quem decide o quê, com que informação e em que prazo. Mapeamento dos processos críticos, definição de papéis e alçadas, e construção das rotinas de gestão: reuniões, indicadores e ritos que fazem a informação circular sem depender de insistência.
Identificação dos riscos operacionais que a empresa já corre e construção de controles proporcionais ao tamanho dela. Controle que a equipe não consegue cumprir é risco novo, não mitigação. Por isso o desenho é feito junto com quem executa, e testado antes de virar regra.
A parte operacional de tratar dados pessoais com organização. Começa pelo inventário do que a empresa efetivamente coleta e por quê, segue pelo mapeamento dos fluxos entre áreas e fornecedores, e termina numa rotina interna que a equipe consegue manter. Quando o caso exige análise jurídica, o trabalho é feito em conjunto com o advogado ou o escritório de confiança do cliente.
Serviços combinados de escritório para operações que cresceram sem estrutura administrativa. Organização documental, rotina de prestação de contas e preparação para os momentos em que a empresa precisa se apresentar por escrito: auditoria, due diligence, edital ou entrada de sócio.
Projeto curto e fechado. Termina num retrato da operação com riscos e gargalos priorizados. Serve para decidir o que fazer e se vale fazer.
Escopo definido com entregáveis e prazo. Da estruturação de uma frente específica à reorganização de toda a rotina de gestão.
Presença recorrente durante a implementação, com agenda fixa. Para quando o desafio não é saber o que fazer, é sustentar a mudança.
Descreva a situação em três linhas. A gente responde dizendo se é caso para consultoria e qual formato faz sentido.
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